A diferença que faz a diferença

Tempo de leitura: 7 minutos

Olhe em torno de você. O lugar onde se sentou para ler este artigo, o ambiente, as pessoas, os objetos, suas condições atuais de vida, trabalho, saúde, lazer.

Pense em seus amigos, nas condições que cada um deles conquistou, e também nas pessoas em geral, com quem você tem algum contato.

Pense em algumas personalidades bem- sucedidas e famosas, que você admira, e percorra com a mente a imagem dessas pessoas e de seu padrão de vida, nos mínimos detalhes.

Procure ver os motivos de sua admiração por essas pessoas. Agora olhe bem dentro de você. Tente perceber como está se sentindo neste exato momento. Como estão indo aqueles sonhos acalentados há tantos anos?

Foram realizados plenamente? Parcialmente? Foram “arquivados”? Deram lugar a opções mais “reais”? Foram adiados para alguma ocasião mais propícia? Ou continuam piscando em certos momentos, no painel dos seus pensamentos mais íntimos? Você se sente satisfeito com o que já conquistou na vida? Almeja mais? Acredita nas suas chances? O que está faltando, afinal, para que você consiga ser realmente bem- sucedido?

Uma pessoa bem-sucedida não é muito diferente de outra que não consegue o que quer na vida. A distância é muito menor do que parece. O sucesso mede-se em centímetros.

Veja por exemplo, na figura 1, a chegada de uma corrida de cavalos.

images-222

O primeiro colocado ganhou um prêmio de 15 mil dólares e, o segundo, de cinco mil dólares. Isso quer dizer que o primeiro cavalo seria três vezes mais rápido que o segundo?

Claro que não!

Na verdade, se medirmos a diferença da chegada entre eles e dividirmos pelo 8 total da pista, quanto mais rápido o segundo colocado precisaria ter corrido para chegar na frente do primeiro?

Quase nada!

Isto significa que uma pequena diferença em desempenho faz uma tremenda diferença no resultado.

Daqui a uma semana, todos vão se lembrar do nome do cavalo vencedor e já terão se esquecido do segundo colocado. Mas a diferença entre os dois foi mínima!

Assim é na vida: o profissional que está ganhando três vezes mais do que o outro não está correndo ou fazendo três vezes mais, nem tem o triplo de conhecimento ou de inteligência.

A diferença é mínima, mas é A “DIFERENÇA” QUE FAZ A DIFERENÇA. * * *

Se eu perguntasse às pessoas o que é Sucesso, receberia uma série de respostas diferentes. Por isso, vamos dar uma definição que servirá para todo mundo:

Sucesso é conseguir o que você quer!

Isso é diferente de Felicidade, que é querer o que já se conseguiu.

Para ser feliz você não precisa de mais nada. Basta você estar satisfeito com o que possui; é uma questão de aceitação mental. Nada impede você de continuar querendo e ambicionando outras coisas. O problema é que as pessoas estão ligando Felicidade ao Sucesso;

então a conversa geralmente assim:

- Quando for adulto eu vou ser feliz!

- Quando eu me formar, serei feliz! ...

Quando me casar, quando eles casarem, quando os netinhos nascerem, quando eu me aposentar... e, assim, a vida passo com um gato passando num telhado de zinco quente: a gente só sente o calorzinho. 9 * * *

Este artigo não se propõe a ensinar como ser feliz: isso é uma decisão que pertence a cada um.

Nós vamos discutir, sim, a Ciência do Sucesso.

Parte do que vamos apresentar é baseado nos trabalhos do pesquisador Napoleon Hill, contratado por Andrew Carnegie (provavelmente o homem mais rico de sua época), para uma estranha tarefa. Carnegie encontrou o jovem Napoleon Hill numa festa, quando este tinha 19 anos, e ofereceu-lhe um trabalho: pesquisar por 25 anos o que havia de comum nas pessoas bem-sucedidas. Ele pensou durante uma semana e finalmente decidiu aceitar a proposta. Quando concluiu seu trabalho, Napoleon Hill lançou um livro cuja edição brasileira recebeu o título A Lei do Triunfo. Napoleon Hill selecionou, inicialmente, 1.000 milionários e dentre esses escolheu 500 que, além de dinheiro, tinham satisfação pessoal, saúde, bom relacionamento e estado mental positivo. Durante vinte e cinco anos, ele estudou os denominadores comuns destes indivíduos e chegou a uma série de conclusões, que estão incluídas neste livro.

 

Sucesso é conseguir o que você quer. Felicidade é querer o que você conseguiu.

Contem os triângulos da figura 2. Quantos são? As respostas são as mais variadas. Já ouvi desde dez até 150. Primeiro tente resolver sozinho.

a-diferenca-que-faz-a-difernca

Contou todos? A grande maioria dos leitores não consegue identificar todos os triângulos. Se quiser conferir a resposta, veja logo abaixo.

Um exemplo simples como esse pode nos ensinar que sempre é possível melhora na vida – não importa quão bem-sucedido você seja. Nós não usamos sequer cinco por cento da nossa capacidade cerebral. Einstein provavelmente não usou nem dez por cento: seu cérebro foi estudado em todos os detalhes, e não foi possível diferenciá-lo do de um idiota. A diferença, portanto, não está na anatomia e sim na programação. Se compararmos o cérebro humano com os computadores, veremos que não é o hardware (o equipamento) que faz um indivíduo mais inteligente do que outro, mas sim o software ( o programa que ele usa).

Dizem que as pessoas como Einstein já nascem gênios. Não é verdade. Alguns realmente nascem com uma potencialidade maior. No entanto, se estamos usando somente três a quatro por cento de nossa capacidade mental, basta usar um pouco mais dos recursos que temos, para conseguirmos alcançar ou ultrapassar a inteligência de quem nasceu com maior potencialidade.

Esta é a “diferença” que faz a diferença.

Se de repente você esquecesse tudo o que aprendeu até agora no ginásio, no colégio e na faculdade, ainda assim estaria melhor do que qualquer pessoa que nunca estudou. Por que? Porque, no processo de estudar, você aprendeu a pensar. Se fizéssemos hoje uma prova de matemática, geografia ou história, possivelmente todos seríamos reprovados: a gente estuda, esquece, estuda, esquece. Então, se o estudo só serve para aprender a pensar, não há porque perder tanto tempo com conhecimentos que serão esquecidos.

O importante é aprender a pensar direito. E isto é possível. Os nossos cursos, feitos com base nas novas tecnologias de programação neurolingüística, conseguem resultados evidentes em pouquíssimo tempo: nós ensinamos o processo e não o conteúdo. Metaforicamente, podemos dizer que ensinamos o processo de mastigar e as pessoas depois escolhem o que querem comer. Qualquer um pode aprender a aumentar tremendamente a sua capacidade mental: basta conhecer a tecnologia adequada para isso.

Na figura acima existem 36 triângulos:

- 10 simples (AGF, AGB, BGH, BHC, CHI, CID,DIJ, DJE, EJF, EFA);

- 10 duplos (AFB, BIC, CJD, DFE, EGA, AHB, BGC, CHD, DIE, EJA);

- 10 triplos (ABE, ABC, BCD, CDE, AED, BIE, ACJ, BDF, CEG, ADH);

5 quíntuplos ( ABD, BCE, CAD, DBE, ACE);

1 na parte superior da letra A.

Olhe para a figura 3 e 4. O que você está vendo?

Muitas vezes não vemos, ao olhar a figura pela primeira vez, que aí existe um cão dálmata. O cachorro está neste desenho da mesma forma que as oportunidades na vida estão para nós: somente são visíveis para os olhos avisados. Veja na figura abaixo.

images

O que achou deste texto?

Este texto faz parte do livro do Dr. Lair Ribeiro. Os créditos são todos dele. Eu só quero te mostrar que precisamos fazer a diferença.

Compartilhe a sua opinião.

Cadastre seu e-mail e faça parte da minha lista VIP.

Cadastre-se agora em minha lista VIP

Insira o seu endereço de email abaixo para receber informações sobre novos conteúdos de empreendedorismo na advocacia!